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Criança foi devolvida a mãe depois de uma ligação anônima na manhã deste domingo (14) (Foto: Ana Andrade | Arquivo Pessoal)
Criança foi devolvida a mãe depois de uma ligação anônima na manhã deste domingo (14) (Foto: Ana Andrade | Arquivo Pessoal)

Jovem relatou que estava indo registrar criança, quando foi surpreendida por grupo em carro, na última sexta. Bebê foi devolvido no domingo (14).

"Agora vou ficar com ela grudada aqui", diz a estudante Ana Paula Ferreira, de 18 anos, que teve a filha recém-nascida devolvida, após denunciar o sequestro da bebê à Polícia Civil.

A pequena Maria Eduarda foi levada na última sexta-feira (12), no bairro de São Cristóvão, em Salvador, e devolvida após denúncia anônima, no domingo (14), próximo a um shopping da Avenida ACM, também na capital baiana.

Conforme Ana Paula detalhou à polícia, na última sexta-feira, quando ela seguia pelo bairro de São Cristóvão, a caminho do cartório onde iria registrar a filha, um carro parou e ela foi obrigada por uma mulher armada a entrar no veículo.

"Quando eu entrei no carro, ela botou o saco na minha cabeça, e o carro seguiu. Chegou em certo local, ela pegou minha filha e me colocou para fora do carro", relatou Ana.

Após o sequestro, Ana procurou a polícia, relatou o caso e divulgou o telefone dela nas redes sociais.

Por volta das 5h de domingo, segundo contou a estudante, a sequestradora ligou para ela e disse que devolveria o bebê. Ana Paula deveria ir sozinha para a frente de um shopping na Avenida ACM e seguir as orientações que a suspeita passaria.

Ana Paula disse que teve que atravessar a rua e seguir caminhando, sem desligar o telefone. Quando ela se aproximou de uma escada, um carro branco, que segundo a estudante não era o mesmo do dia do sequestro, parou. A mesma mulher saiu, tomou o celular de Ana Paula e devolveu a pequena Maria Eduarda.

Ainda de acordo com a jovem, uma mulher havia entrado em contato com ela, através das redes sociais, quando ela ainda estava grávida, e perguntou se ela não queria doar a criança. Para a estudante, essa mulher é a responsável pelo sequestro.

"Uma moça que falou comigo, quando eu tinha sete meses de barriga, perguntou se eu queria doar ela, e eu falei que não queria, que não tinha necessidade e que eu tinha condições de cuidar da minha filha", contou.

Apesar da criança ter sido encontrada, a Polícia Civil segue com as investigações. A polícia está em busca de imagens de câmeras de segurança na região para identificar os suspeitos.

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