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Ato contra ação do Exército reúne manifestantes (Foto: Thiago Freitas | Agência O Globo)
Ato contra ação do Exército reúne manifestantes (Foto: Thiago Freitas | Agência O Globo)

O catador de papel Luciano Macedo fuzilado em ação do Exército morreu na madrugada desta quinta-feira. Ele estava internado em estado grave no Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, na Zona Norte, e passou por uma cirurgia no tórax na tarde desta quarta-feira, por causa de complicações no pulmão. A informação foi confirmada pela Secretaria estadual de Saúde. Luciano foi ferido ao tentar ajudar a família do músico Evaldo dos Santos Rosa, que teve o carro fuzilado por militares do Exército.

Em nota, a direção do hospital informa que o paciente Luciano Macedo foi a óbito às 4h20m desta madrugada.

O homem foi atingido ao tentar ajudar a família de Evaldo Rosa, o músico morto pelos militares em ação no último dia 7, em Guadalupe, Zona Norte da cidade. Luciano deixa a mulher Daiana Horrara, grávida de cinco meses.

Na manhã de quarta-feira o homem tinha apresentado uma "leve melhora do quadro" e os médicos decidiram realizar a operação de urgência necessária. Luciano foi baleado ao tentar ajudar a família do músico Evaldo dos Santos Rosa, que teve o carro fuzilado por militares do Exército.

Luciano estava internado em unidade de cuidados intensivos e, na terça-feira, a família assinou autorização para a realização de uma traqueostomia. Os médicos informaram que o paciente apresentava febre recorrente, com grande risco de infecção generalizada.

A Justiça chegou a decretar pedido de transferência do catador para um hospital com mais estrutura, o que não foi acatado.

Luciano, que era catador de lixo, morreu no hospital (Foto: Reprodução | TV Globo)
Luciano, que era catador de lixo, morreu no hospital (Foto: Reprodução | TV Globo)

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